Ainda sinto seu cheiro, seu andar, seu riso pouco e ousado,
sua mão, seu ar que me sufoca,
sua gargalhada que me devora, seu beijo doce.
Esse murmurar que me arrepia, braços, pernas, que me contagiam.
Preciso de um antídoto. Preciso de você.
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Acho que nada poderia ter sido diferente. Tinha que ser daquele jeito, exatamente como passou. Exitações, bilhetes, todos com duvidas mais ninguém ousava perguntar, era mais que nítido e ainda tentávamos disfarçar.
Acordava com uma impressão deliciosa de que iria ver o mar.
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segunda-feira, 2 de novembro de 2009
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